O conselho mais profundo que recebi sobre autocuidado e saúde emocional

Eu sentada em uma poltrona lendo um livros, próxima a um móvel com mais livros para ler.

Existem frases que ouvimos e esquecemos.
E existem aquelas que atravessam nossa alma em um momento tão delicado que mudam completamente a forma como enxergamos a vida.

Um dos conselhos mais profundos que já recebi foi:

“Quando estamos nos afogando, não podemos ajudar ninguém. Primeiro precisamos nos salvar para então conseguirmos ajudar os outros.”

Na época em que ouvi isso, eu estava extremamente cansada.
Desconectada de mim mesma.
Tentando dar conta de tudo, de todos, enquanto ignorava meus próprios sinais físicos, emocionais e mentais.

E talvez você também conheça essa sensação.

A sensação de viver no automático.
De carregar responsabilidades demais.
De tentar ser forte o tempo inteiro.
De cuidar de todos… menos de si mesma.

O mito de que autocuidado é egoísmo

Por muito tempo, fomos ensinados que cuidar de nós mesmas é algo egoísta.
Como se descansar fosse preguiça.
Como se dizer “não” fosse falta de amor.
Como se priorizar nossa saúde fosse arrogância.

Mas a verdade é justamente o contrário.

Cuidar de si é sobrevivência.

Quando estamos emocionalmente exaustas, mentalmente sobrecarregadas e fisicamente drenadas, começamos a perder nossa essência. Perdemos nossa energia, nossa alegria e até nossa capacidade de estar presentes na própria vida.

E isso impacta tudo:

  • nossos relacionamentos;
  • nossa saúde;
  • nossa produtividade;
  • nossa espiritualidade;
  • nossa conexão emocional;
  • nossa capacidade de ajudar quem amamos.

Ninguém consegue sustentar o mundo inteiro enquanto está quebrando por dentro, eu bem sei.

Autocuidado também é saúde mental

Muitas pessoas associam autocuidado apenas a momentos de beleza ou descanso.
Mas o verdadeiro autocuidado é muito mais profundo.

Autocuidado é:

  • respeitar seus limites;
  • ouvir o próprio corpo;
  • permitir-se descansar;
  • cuidar da saúde emocional;
  • fazer pausas sem culpa;
  • desacelerar quando necessário;
  • buscar equilíbrio mental e energético.

E principalmente: voltar a se conectar consigo mesma.

Vivemos em uma sociedade acelerada, onde estar ocupado parece ser sinônimo de valor. Porém, o excesso de produtividade sem equilíbrio pode nos afastar de quem realmente somos.

Às vezes, o que mais precisamos não é produzir mais.
É respirar.
Sentir. Silenciar. Contemplar.
Voltar para dentro.

Fazer o que gosta também é autocuidado

Existe algo que muitas pessoas esquecem: prazer também é necessidade emocional.

Ter momentos de lazer não é perda de tempo.
Ter um hobby não é algo “sem importância”.
Fazer o que você ama é uma forma de nutrir sua saúde mental.

Ler um livro.
Ouvir música.
Pintar.
Caminhar.
Meditar.
Escrever.
Cuidar das plantas.
Assistir algo leve.
Criar algo com as mãos.

Tudo isso ajuda o cérebro, o corpo e as emoções a saírem do estado constante de sobrevivência.

A vida não pode ser feita apenas de obrigações.

Precisamos de momentos que nos lembrem que ainda estamos vivos por dentro.

Amor-próprio também está nos pequenos hábitos

Muitas vezes imaginamos o amor-próprio como algo grandioso.
Mas ele costuma nascer nas pequenas escolhas diárias.

Dormir melhor.
Beber água.
Respeitar o próprio cansaço.
Parar de se abandonar emocionalmente.
Permitir-se sentir.
Escolher ambientes mais leves.
Se afastar do que machuca constantemente.

O amor-próprio não começa quando tudo estiver perfeito.

Ele começa quando você decide não se abandonar mais.

Você também merece cuidado

Talvez você esteja tão acostumada a cuidar dos outros que esqueceu como é ser acolhida.

Talvez esteja vivendo no limite há tempo demais.
Talvez esteja cansada, mesmo tentando parecer forte.

Mas existe algo importante que aprendi com aquele conselho:

Não precisamos esperar desmoronar completamente para começar a cuidar de nós mesmos.

Podemos escolher isso agora.

Porque cuidar da própria saúde física, emocional e mental não é egoísmo.
É um ato de respeito consigo mesma.

E quanto mais conectadas estamos com quem realmente somos, mais conseguimos viver de forma leve, consciente e verdadeira.

Um convite para você

Hoje eu quero te deixar uma pergunta:

Qual foi o conselho mais profundo que você já recebeu?
E mais importante: você realmente tem seguido esse conselho na sua vida?

Talvez essa reflexão possa ser o começo de uma nova forma de se cuidar.

Com mais presença.
Mais gentileza.
E menos culpa.

Se você deseja aprofundar sua conexão emocional, energética e espiritual, conheça meus e-books sobre chakras, equilíbrio emocional e autocuidado consciente.


Comments

Deixe uma resposta

Descubra mais sobre Wanessa Cardoso

Assine agora mesmo para continuar lendo e ter acesso ao arquivo completo.

Continuar lendo